Página Inicial Data de criação : 07/04/13 Última actualização : 07/12/04 10:00 / 45 Artigos publicados
 

Echoes 23:27  (1971) Inserido Monday 03 December 2007 18:00

1971, echoes, meddle, pink floyd


 

Echoes

Composição: Mason, Gilmour, Waters e Wright

 

Overhead the albatross hangs motionless upon the air.
And deep beneath the rolling waves.

In labyrinths of coral caves.
The echo of a distant time.
Comes willowing across the sand.
And everything is green and submarine.

And no one showed us to the land.
And no one knows the where or whys.
But something stares and something tries.
And starts to climb towards the light.

Strangers passing in the street.
By chance two separate glances meet.
And I am you and what I see is me.
And do I take you by the hand.
And lead you through the land?
And help me understand the best I can.

And no one calls us to move on.
And no one forces down our eyes.
And no one speaks and no one tries.
And no one flies around the sun.

Cloudless every day you fall upon my waking eyes.
Inviting and inciting me to rise.
And through the window in the wall.
Comes streaming in on sunlight wings.
A million bright ambassadors of morning.

 

And no one sings me lullabies.
And no one makes me close my eyes.
And so I throw the windows wide.
And call to you across the sky.

 

Echoes (tradução)

Composição: Mason, Gilmour, Waters e Wright

 

Lá no alto o albatroz fica de repente parado no ar.
E bem debaixo das ondas enroladas.

Em labirintos de grutas de coral.
O eco de um tempo distante.
Vem ondeando através da areia.
E tudo é verde e submarino.

 

E ninguém nos apresentou á terra.
E ninguém sabe os onde e os por quês.
Porém alguma coisa encara e alguma coisa tenta.
E começa a escalar em direcção a luz.

Estranhos passam na rua.
Ocasionalmente dois olhares de esguelha separados encontram-se.
E eu sou ‘tu’ e o que eu vejo é ‘eu’.
E por acaso estou a levar-te pela mão.
E a conduzir-te pela terra?
E ajude-me a entender o melhor possível.

 

E ninguém nos chama para seguir caminho.

E ninguém nos força a baixar os olhos.

E ninguém fala e ninguém tenta.
E ninguém voa à volta do sol.

Visivelmente todos os dias cais sobre os meus despertados olhos.
Convidando e incitando a levantar-me.
E através da janela na parede.
Vêm fluindo nas asas da luz do sol.

Um milhão de embaixadores brilhantes da manhã.
 

E ninguém canta para mim canções de embalar.

E ninguém me faz fechar os olhos.
Então eu abro a janela toda.

E chamo por ti através do céu.

 

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